Delivery próprio ou marketplace: o dilema de marca do supermercado digital
Delivery próprio ou marketplace (iFood, Rappi)? O que cada caminho faz com a margem e a marca do supermercado digital.
Delivery próprio ou marketplace (iFood, Rappi)? O que cada caminho faz com a margem e a marca do supermercado digital.
Por que digitalizar um supermercado é diferente de qualquer outro varejo: cesta de 60–80 itens, peso variável e recorrência mudam tudo.
Penetração digital de supermercado no Brasil: por que a maioria trava em 2–4% do faturamento e o que separa quem escala para 15%.
No e-commerce do supermercado, o cliente não desiste por preço — desiste quando o produto não aparece disponível. Entenda a ruptura digital e o que ela custa.
Frios, carnes, hortifruti: o valor cobrado quase nunca é o valor final. Quando o e-commerce não nasce para isso, a conta sobra para a operação.
ERP, estoque, PDV e logística que não se falam transformam cada pedido em retrabalho. Integração de verdade é margem, não enfeite.
Design não é experiência. Experiência é o pedido chegar certo. Por que supermercados perdem cliente mesmo com app moderno.
A maioria dos supermercados trava entre 1% e 3% de penetração digital. Veja por que isso acontece e o caminho documentado até 15-20%.
Supermercado não vive de compra única. Vive de hábito. Por que o carrinho cheio e o ciclo de recompra mudam tudo no e-commerce.
Saber o que existe, onde existe e em tempo real é o que separa um catálogo de uma operação. O efeito direto aparece no faturamento.