{"id":170,"date":"2026-09-08T21:35:51","date_gmt":"2026-09-08T21:35:51","guid":{"rendered":"https:\/\/ai.grocers.io\/blog\/uncategorized\/preferencia-consumidor-varejo-alimentar\/"},"modified":"2026-09-08T21:35:51","modified_gmt":"2026-09-08T21:35:51","slug":"preferencia-consumidor-varejo-alimentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ai.grocers.io\/blog\/dados\/preferencia-consumidor-varejo-alimentar\/","title":{"rendered":"Amazon e Mercado Livre lideram o varejo alimentar"},"content":{"rendered":"<p><!-- Meta sugerido para os campos do WordPress (n\u00e3o faz parte do conte\u00fado):\n     Title (SEO): Amazon e Mercado Livre lideram o varejo alimentar\n     Meta description: Amazon e Mercado Livre lideram a prefer\u00eancia do consumidor no varejo alimentar em todas as regi\u00f5es. O estudo da dunnhumby revela o peso do canal digital.\n     Categoria: dados\n     Slug: preferencia-consumidor-varejo-alimentar\n     Autor: institucional (Sup\u00e9rio Mercadante) \u2014 texto escrito na voz do Leo (CEO), publicado sob o autor institucional padr\u00e3o do blog, por decis\u00e3o do cliente.\n--><\/p>\n<article class=\"grocers-post\">\n<header class=\"post-header\">\n<h1 class=\"post-title\">As duas marcas mais preferidas do varejo alimentar brasileiro n\u00e3o s\u00e3o supermercados<\/h1>\n<p class=\"post-tldr\"><strong>Resumo:<\/strong> O Ranking de Prefer\u00eancia do Consumidor 2026 da dunnhumby, com mais de 10 mil brasileiros, mostra Amazon e Mercado Livre na lideran\u00e7a entre 46 varejistas alimentares, em todas as regi\u00f5es do Brasil. O canal digital pesa 15% na decis\u00e3o de compra e \u00e9 o item de menor investimento \u2014 o gargalo do delivery est\u00e1 no picking, dentro da loja.<\/p>\n<\/header>\n<section class=\"post-body\">\n<p class=\"lead\">Se voc\u00ea opera uma rede regional, a coisa mais cara que voc\u00ea pode fazer agora \u00e9 continuar tratando o canal digital como projeto de TI \u2014 aquele que entra na fila do or\u00e7amento atr\u00e1s da reforma de loja e da troca da c\u00e2mara fria. Porque enquanto ele espera, o cliente digital do seu supermercado est\u00e1 sendo formado. Com nome, h\u00e1bito, frequ\u00eancia e hist\u00f3rico. S\u00f3 que dentro do aplicativo de outra empresa.<\/p>\n<h2 id=\"estudo-dunnhumby-preferencia-consumidor\">O que o estudo da dunnhumby revela sobre a prefer\u00eancia do consumidor<\/h2>\n<p>A quinta edi\u00e7\u00e3o do Ranking de Prefer\u00eancia do Consumidor da dunnhumby ouviu mais de 10 mil brasileiros entre fevereiro e abril de 2026 e avaliou 46 varejistas alimentares em 36 atributos. Onze marcas ficaram no grupo de destaque: Amazon, Assa\u00ed, Bahamas, L\u00edder, Mart Minas, Mercado Livre, Mundial, Savegnago, Nordest\u00e3o, Guanabara e Zaffari.<\/p>\n<p>Duas dessas onze n\u00e3o s\u00e3o supermercados. E s\u00e3o justamente essas duas que ocupam o primeiro e o segundo lugar em prefer\u00eancia do consumidor em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, quando se consideram todos os formatos de varejo. Vale reler devagar. Em todas as regi\u00f5es.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m decomp\u00f5e o que move a decis\u00e3o de onde comprar: pre\u00e7o, promo\u00e7\u00e3o e recompensa pesam 35%; sortimento, 28%; experi\u00eancia digital, 15%; opera\u00e7\u00f5es, 14%; e experi\u00eancia dentro da loja, 7%.<\/p>\n<h3>Quais marcas lideram a prefer\u00eancia do consumidor no varejo alimentar brasileiro?<\/h3>\n<p>Amazon e Mercado Livre. As duas ocupam o primeiro e o segundo lugar em prefer\u00eancia do consumidor em todas as regi\u00f5es do Brasil, \u00e0 frente de varejistas tradicionais como Assa\u00ed, Mart Minas e Zaffari, segundo o Ranking de Prefer\u00eancia do Consumidor 2026 da dunnhumby.<\/p>\n<blockquote class=\"stat\" data-source=\"dunnhumby \u2014 Ranking de Prefer\u00eancia do Consumidor 2026\"><p>As onze marcas do grupo de destaque concentram, em m\u00e9dia, 33% do share of wallet do consumidor, contra 24% das empresas nas \u00faltimas posi\u00e7\u00f5es. Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, as l\u00edderes cresceram 3% ao ano em m\u00e9dia, enquanto a base do ranking recuou 2%.<\/p><\/blockquote>\n<p>Como resumiu Alessandra Shima, diretora de desenvolvimento de neg\u00f3cios da dunnhumby, &#8220;o consumidor brasileiro continua buscando m\u00e1ximo valor em suas compras, mas isso n\u00e3o significa apenas encontrar os menores pre\u00e7os&#8221;.<\/p>\n<h2 id=\"nao-e-argumento-contra-loja\">Isto n\u00e3o \u00e9 um argumento contra a loja<\/h2>\n<p>Antes que o n\u00famero de 7% seja mal lido, quero ser expl\u00edcito: nada disso \u00e9 argumento contra a loja f\u00edsica.<\/p>\n<p>A loja \u00e9 onde est\u00e1 praticamente todo o faturamento do setor hoje. \u00c9 onde a marca se constr\u00f3i, onde o cliente conhece a rede, e \u00e9 o ativo que nenhuma plataforma digital consegue copiar. Reformar loja, melhorar o hortifr\u00fati, ampliar a padaria, cuidar do atendimento \u2014 tudo isso continua valendo, e vale muito. N\u00e3o existe supermercado grande no Brasil que tenha chegado onde chegou sem operar loja muito bem.<\/p>\n<p>O ponto \u00e9 a propor\u00e7\u00e3o. O canal digital custa uma fra\u00e7\u00e3o do que custa a opera\u00e7\u00e3o f\u00edsica e responde por uma fatia da prefer\u00eancia maior do que a experi\u00eancia dentro da loja. \u00c9 o item de menor investimento com um dos maiores pesos na decis\u00e3o de quem compra. N\u00e3o \u00e9 para investir menos na loja. \u00c9 para parar de tratar o digital como sobra de or\u00e7amento.<\/p>\n<h3>Quanto pesa a experi\u00eancia digital na decis\u00e3o de onde comprar mercado?<\/h3>\n<p>15%, segundo o estudo da dunnhumby \u2014 mais do que a experi\u00eancia dentro da loja (7%) e menos apenas que pre\u00e7o\/promo\u00e7\u00e3o (35%) e sortimento (28%). \u00c9 o item de menor investimento do supermercado com um dos maiores pesos na decis\u00e3o do cliente.<\/p>\n<h2 id=\"cliente-dividido-canal-proprio-marketplace\">O cliente j\u00e1 est\u00e1 dividido entre canal pr\u00f3prio e marketplace<\/h2>\n<p>Quando o consumidor compra mercado online, 61% usam o site ou o app do pr\u00f3prio varejista. O iFood vem em seguida, com 37%, depois Uber Shopper, com 17%, e Rappi, com 12%.<\/p>\n<p>Repare que a soma passa de 100%. N\u00e3o \u00e9 erro de conta \u2014 \u00e9 onde mora o ponto. A pergunta do estudo \u00e9 sobre canais que a pessoa usa, n\u00e3o sobre canal exclusivo. O mesmo consumidor aparece em mais de uma linha. Ou seja: n\u00e3o s\u00e3o dois grupos separados, um seu e outro do iFood. \u00c9 o mesmo cliente, que j\u00e1 usa os dois.<\/p>\n<p>Isso muda a natureza da disputa. Ela n\u00e3o \u00e9 por quem entra na sua base \u2014 ele j\u00e1 est\u00e1 l\u00e1. \u00c9 por qual aplicativo ele abre primeiro na pr\u00f3xima compra. E essa briga \u00e9 ganha por quem tem o hist\u00f3rico dele, a lista pronta e a oferta certa esperando quando ele abre.<\/p>\n<table class=\"compare\">\n<thead>\n<tr>\n<th>Onde o cliente compra<\/th>\n<th>Pelo app do marketplace<\/th>\n<th>Pelo canal pr\u00f3prio do supermercado<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>Margem<\/td>\n<td>Descontada a comiss\u00e3o da plataforma<\/td>\n<td>Margem cheia<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Dado de comportamento<\/td>\n<td>Fica com o dono do aplicativo<\/td>\n<td>Fica com o supermercado<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Hist\u00f3rico e r\u00e9gua de recompra<\/td>\n<td>N\u00e3o acess\u00edvel \u00e0 rede<\/td>\n<td>Base para notifica\u00e7\u00e3o e oferta personalizada<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rela\u00e7\u00e3o com o cliente<\/td>\n<td>Intermediada pela plataforma<\/td>\n<td>Direta<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Porque a conta de cada compra \u00e9 diferente conforme onde ela acontece. Quando o cliente compra no seu app, voc\u00ea fica com tr\u00eas coisas: a margem cheia, o dado de comportamento e a rela\u00e7\u00e3o. Quando ele compra pelo app de terceiro, voc\u00ea fica com uma: o volume, descontado da comiss\u00e3o. O hist\u00f3rico de quem comprou o qu\u00ea, quando e com que frequ\u00eancia fica l\u00e1. A r\u00e9gua de recompra fica l\u00e1. A notifica\u00e7\u00e3o que traz o cliente de volta na semana seguinte fica l\u00e1.<\/p>\n<h2 id=\"gargalo-nao-e-entregador\">O gargalo do delivery de supermercado n\u00e3o \u00e9 o entregador<\/h2>\n<p>E o movimento continua. Em julho, a 99 colocou R$ 100 milh\u00f5es para levar o 99Compras \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo e a mais de vinte munic\u00edpios da regi\u00e3o metropolitana, com cerca de tr\u00eas mil parceiros comerciais. Na lista de estreia est\u00e3o Atacad\u00e3o, Carrefour, Cencosud, St. Marche e Americanas.<\/p>\n<p>Tem um detalhe na opera\u00e7\u00e3o que diz mais do que o an\u00fancio inteiro. Em Goi\u00e2nia, onde o servi\u00e7o estreou antes, farm\u00e1cia j\u00e1 responde por 28% dos pedidos, com tempo m\u00e9dio de entrega de 24 minutos. Supermercado \u00e9 mais lento. E o motivo, segundo a pr\u00f3pria empresa, \u00e9 o picker \u2014 a pessoa que separa os produtos dentro da loja antes de o entregador chegar.<\/p>\n<p>Guarde isso, porque \u00e9 o ponto que muda a conversa. O gargalo do delivery de supermercado no Brasil n\u00e3o \u00e9 a entrega. \u00c9 a separa\u00e7\u00e3o. E a separa\u00e7\u00e3o acontece dentro da sua loja, com a sua gente, no seu processo. N\u00e3o \u00e9 territ\u00f3rio da plataforma. \u00c9 seu.<\/p>\n<h3>Qual \u00e9 o gargalo do delivery de supermercado no Brasil?<\/h3>\n<p>N\u00e3o \u00e9 o entregador \u2014 \u00e9 o picking, a separa\u00e7\u00e3o do pedido dentro da loja antes de o entregador chegar. Em Goi\u00e2nia, onde a 99 testou o 99Compras antes de expandir para S\u00e3o Paulo, farm\u00e1cia entrega em 24 minutos m\u00e9dios; supermercado \u00e9 mais lento, e o motivo, segundo a pr\u00f3pria empresa, \u00e9 o processo de separa\u00e7\u00e3o dentro da loja.<\/p>\n<h2 id=\"tres-provas-virar-o-jogo\">Tr\u00eas provas de que d\u00e1 para virar o jogo<\/h2>\n<p><strong>A primeira \u00e9 brasileira.<\/strong> O Assa\u00ed tem cerca de 16 milh\u00f5es de clientes cadastrados no aplicativo. No terceiro trimestre de 2025, quem usa o app comprou com frequ\u00eancia 44% superior e gastou, em m\u00e9dia, 28% a mais do que o cliente n\u00e3o identificado. A mec\u00e2nica n\u00e3o tem mist\u00e9rio: oferta personalizada por hist\u00f3rico, por loja e por regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A segunda mostra que n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de porte.<\/strong> A Save A Lot, rede americana de valor com opera\u00e7\u00e3o majoritariamente independente, rodou uma ativa\u00e7\u00e3o de fim de ano usando a pr\u00f3pria base de fidelidade e reportou perto de US$ 38 de venda para cada US$ 1 investido \u2014 alcance que, pelo encarte impresso, teria custado dezenove vezes mais e sem forma de medir. A rede lan\u00e7ou o programa de fidelidade em setembro de 2024 e cresceu 125% em cadastros. Uma ressalva honesta: esse case foi publicado como conte\u00fado patrocinado pela Swiftly, fornecedora da tecnologia, ent\u00e3o trate o m\u00faltiplo com a reserva que todo case de fornecedor merece. O que interessa n\u00e3o \u00e9 o n\u00famero, \u00e9 a mec\u00e2nica: fidelidade, encarte, oferta e mensura\u00e7\u00e3o vivendo na mesma base de dados, em vez de espalhados por quatro fornecedores. No mesmo material, dois dados de terceiros que valem: a McKinsey aponta que mais de 70% dos compradores de supermercado transitam por v\u00e1rios canais numa mesma jornada, e a eMarketer projeta que o investimento em retail media nos Estados Unidos ultrapasse US$ 60 bilh\u00f5es em 2026.<\/p>\n<p><strong>A terceira \u00e9 um contraexemplo.<\/strong> O Justo chegou ao Brasil em 2021 como supermercado 100% digital, recebeu um aporte de US$ 152 milh\u00f5es em 2022 e encerrou a opera\u00e7\u00e3o brasileira em dezembro de 2024, tr\u00eas anos depois. N\u00e3o faltou capital nem tecnologia. Faltou exatamente o ativo que qualquer rede regional j\u00e1 tem no balan\u00e7o: a loja perto do cliente, com o estoque dentro dela.<\/p>\n<h2 id=\"caminho-operacional-in-store-picking\">O caminho operacional j\u00e1 existe: in-store picking<\/h2>\n<p>O Carrefour Brasil fechou 2025 com as vendas digitais representando 15% da opera\u00e7\u00e3o, e cresceu 21% no digital no primeiro trimestre de 2026. A estrat\u00e9gia est\u00e1 concentrada em in-store picking \u2014 o pedido separado dentro da pr\u00f3pria loja f\u00edsica. Sem dark store, sem galp\u00e3o dedicado, sem capex de automa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A loja que voc\u00ea j\u00e1 tem vira o centro de distribui\u00e7\u00e3o. Ela fica a oito minutos da casa do cliente e o estoque j\u00e1 est\u00e1 l\u00e1. \u00c9 uma rede de micro-fulfillment comprada e paga. O que falta \u00e9 o software que transforma metro quadrado de venda em ponto de separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 id=\"o-que-eu-faria\">O que eu faria, nesta ordem<\/h2>\n<p><strong>Primeiro, medir.<\/strong> Quanto do seu volume digital passa pelo seu canal e quanto passa pelo app dos outros \u2014 em pedidos, n\u00e3o em percep\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Segundo, resolver picking antes de resolver entrega.<\/strong> Entregador se contrata. Separa\u00e7\u00e3o eficiente \u00e9 software: sequenciamento de rota dentro da loja, regra de substitui\u00e7\u00e3o quando falta item, separa\u00e7\u00e3o por onda, tempo controlado por pedido.<\/p>\n<p><strong>Terceiro, usar o marketplace como aquisi\u00e7\u00e3o, nunca como canal principal.<\/strong> A r\u00e9gua \u00e9 simples: se a plataforma responde por mais volume digital do que o seu canal pr\u00f3prio, voc\u00ea n\u00e3o tem canal. Voc\u00ea tem um cliente que virou fornecedor.<\/p>\n<p>E nada disso funciona sem a camada que liga PDV, aplicativo e e-commerce \u00e0 mesma identidade de cliente. Sem ela, o app da rede \u00e9 um encarte digitalizado. <strong>E encarte digitalizado perde para marketplace todo dia.<\/strong><\/p>\n<h3>Por que o marketplace n\u00e3o deveria ser o canal digital principal do supermercado?<\/h3>\n<p>Porque quando o cliente compra pelo marketplace, o supermercado fica s\u00f3 com o volume, descontada a comiss\u00e3o \u2014 o hist\u00f3rico de compra, a r\u00e9gua de recompra e a margem cheia ficam com quem \u00e9 dono do aplicativo. A r\u00e9gua \u00e9 simples: se o marketplace responde por mais volume digital do que o canal pr\u00f3prio, a rede n\u00e3o tem canal, tem um cliente que virou fornecedor.<\/p>\n<div class=\"post-sources\">\n<p><strong>Fontes:<\/strong> dunnhumby \u2014 Ranking de Prefer\u00eancia do Consumidor 2026, 5\u00aa edi\u00e7\u00e3o (campo entre fevereiro e abril de 2026, mais de 10 mil consumidores, 46 varejistas, 36 atributos); Exame e Mercado&amp;Consumo \u2014 99Compras chega a S\u00e3o Paulo com R$ 100 milh\u00f5es (julho de 2026); Consumidor Moderno \u2014 dados do app Meu Assa\u00ed, 3\u00ba trimestre de 2025; Grocery Dive \u2014 conte\u00fado patrocinado pela Swiftly sobre a Save A Lot, citando McKinsey e eMarketer; Mercado&amp;Consumo \u2014 encerramento da opera\u00e7\u00e3o do Justo no Brasil (dezembro de 2024); SA+ e estudo Varejo em Movimento (Scanntech e McKinsey) \u2014 dados do Carrefour Brasil.<\/p>\n<\/p><\/div>\n<p class=\"post-guia-link\">Este artigo faz parte do guia de <a href=\"\/blog\/dados\/ecommerce-supermercado-brasil-guia\/\">E-commerce de Supermercado no Brasil: os Dados<\/a>.<\/p>\n<\/section>\n<footer class=\"post-cta\">\n<p>Quer saber quanto do seu volume digital j\u00e1 est\u00e1 passando pelo aplicativo de outra empresa? <a href=\"#contato\">Preencha o formul\u00e1rio aqui embaixo<\/a> e agende um diagn\u00f3stico gratuito com a nossa equipe.<\/p>\n<\/footer>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amazon e Mercado Livre lideram a prefer\u00eancia do consumidor no varejo alimentar em todas as regi\u00f5es. 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